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O mercado imobiliário do Distrito Federal encerrou o primeiro semestre de 2026 com alta na oferta e no volume de negócios de apartamentos novos. O principal motor foi a retomada dos lançamentos, que somaram 1.631 unidades residenciais colocadas no mercado entre janeiro e junho — um volume que mais que dobrou ( 108%) em relação [...]
O mercado imobiliário do Distrito Federal encerrou o primeiro semestre de 2026 com alta na oferta e no volume de negócios de apartamentos novos. O principal motor foi a retomada dos lançamentos, que somaram 1.631 unidades residenciais colocadas no mercado entre janeiro e junho — um volume que mais que dobrou ( 108%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado e atingiu o maior patamar desde 2023. No total, foram vendidas 2.375 unidades novas no semestre, o que representa uma alta de 10% no comparativo anual
Os dados constam do estudo Panorama da Habitação — 1º semestre de 2026, divulgado na quinta-feira pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), com apuração do Instituto Opinião e apoio do Sebrae-DF. O levantamento mostra um mercado resiliente, mesmo sob o cenário desfavorável de juros elevados. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) fechou o período em 6,4%, patamar que, embora ligeiramente inferior ao do ano passado, permanece acima da taxa de 5% considerada pelas entidades como o parâmetro para um setor saudável.
Para o presidente da Ademi-DF, Celestino Fracon Júnior, o comportamento do setor atesta a solidez da demanda na capital. “O primeiro semestre mostra que existe uma demanda consistente por imóveis no DF. Mesmo diante de um cenário ainda desafiador, com juros elevados, o consumidor continua tomando a decisão de compra e as empresas voltaram a ampliar seus lançamentos. É um sinal importante de confiança no mercado e, principalmente, de que existe demanda para novos produtos”, avalia.
fonte:correiobraziliense.com.br